Astronomia e a Nasa. Relação intrínseca na era do marketing digital.

Qual o papel da Nasa na astronomia mundial? Para muito, ela é a astronomia mundial.
A sempre polêmica agência espacial americana, que tem sede em Houston, no Texas, é mais do que um órgão líder da ciência astronômica. É também, ou principalmente, um órgão político. Muitas informação simplesmente não vem à tona porque o governo americano não deixa. Mas e as outras agências? O caso é curioso.

Os governos líderes globais, sempre se engalfinhando em alguma disputa econômica, política ou geográfica, curiosamente, ou será sabiamente, parecem estar sempre alinhados no que se refere à exploração do espaço. Seria uma questão de amizade fortuita entre Rússia, China, Estados Unidos, Japão e Europa. Eles que estão sempre lutando uma guerra de fato ou pelo menos por meio dos meios de comunicação ou mesmo em uma guerra de marketing, conteúdo e ideologias.

As agências, inclusive as agências de marketing digital, como as tantas que existem em São Paulo, estão sempre participando destas histórias. Madison Vesnina, da agência de marketing digital sp gosta muito do assunto. Para ela, esta disputa por espaço na mídia mundial acerco dos temas relacionados com astronomia é simplesmente inócua: “Não faz o menor sentido, é um total jogo de cena. Eles sempre parecem estar em lados opostos, mas na verdade verdadeira sempre super verdadeira, eles estão no mesmíssimo lado. É apenas um monopólio da informação”.

Como podemos suportar tudo isso? Por séculos e séculos? Não sei, mas é assim que tudo acontece por aqui. Difícil saber o que podemos e devemos fazer. Em termos de marketing ao que parece os governos tem o poder, isso porque eles controlam os meios de comunicação e as redes sociais. Sério mesmo? Isso mesmo. Estamos, pelo menos eles acham, nas mãos deles. Vivemos uma miragem mais e mais proofunda. Não há o que fazer, apenas esperar para vir o pior… e depois o melhor. Vamos minha gente, sigam em frente com força e garra. Sejam disciplinados e corretos. O jogo é este mesmo, não fazemos parte dele. Somos peões, mas não podemos ser achatados e controlados desta maneira. Vamos evitar o jogo de marketing digital, conteúdo e redes sociais. Todo esse branding só prejudica. Temos que buscar o que é real e verdadeiro, incessantemente.

Diante de tal afirmação forte, fomos atrás de outras fontes, de outra agencia de marketing digital e ouvimos a mesma posição, o mesmo relato, a mesma história. É incrível. Ou vivemos em um conto de fadas às avessas ou tudo isso é uma grande conspiração. Quem conspira contra quem? Não sabemos e parece que não existem informações sólidadas, confiáveis. Há que se ter fé, é isso mesmo, fé. Caso contrário, ficaremos mais perdidos do que nunca, ou será do que sempre? É meus amigos, na era da informação mais parece que só temos acessos à desinformação. É a indústria do Fake News bombando em todo mundo. E aí o que fazer afinal? É olhar para o céu e pedir por ajuda porque de fato dos humanos não virá muita coisa boa mesmo. E assim, como diria o outro, segue a humanidade, de mal a pior. Não temos o mínimo de acesso a informação decente, relevante e verdadeira.

 

 

 

Sobreviver é preciso. A astronomia no Brasil e o caminho dos conteúdos digitais.

Fechadas, vazias, mofando. É assim que se encontram grande parte dos museus de astronomia do Brasil. Às moscas.

Os chamados mini museus de astronomia, estão sofrendo com a crise como nenhum outro setor da economia. Elas estão vazias, sem compradores, sem venda, sem negócios, e pior, sem horizonte.

Estudos mostram que quase metade deles pode fechar nos próximos anos. Ao que parece, a astronomia aqui no Brasil é o suprassumo do supérfluo.


agencia de redes sociais

Obviamente, de muitas maneiras, a astronomia é supérflua sim. Pelo menos em comparação com os itens e funções mais importantes que cercam a vida das famílias. No entanto, a astronomia é, ao mesmo tempo, absolutamente fundamental para sociedade brasileira. Astronomia significa pujança, força e, acima de tudo, educação. É algo essencial para o desenvolvimento social, mesmo que não pareça à primeira vista, nem a segunda.

Por esta razão, nestes momentos de crise profunda, o setor tem sido totalmente escanteado, jogado às traças. A ajuda e incentivo do governo, que sempre foram mínimos, praticamente desapareceram nos últimos anos. Não existe nada que ajude o setor, por isso ele está desaparecendo, simples assim.

Obviamente, de muitas maneiras, a astronomia é supérflua sim. Pelo menos em comparação com os itens e funções mais importantes que cercam a vida das famílias. No entanto, a astronomia é, ao mesmo tempo, absolutamente fundamental para sociedade brasileira. Astronomia significa pujança, força e, acima de tudo, educação. É algo essencial para o desenvolvimento social, mesmo que não pareça à primeira vista, nem a segunda.

Mas, o que fazer? Não existe alternativa, o que resta para os donos é esperar até que este tsunami econômico passe de uma vez por todas. Conversando com especialistas e proprietários de galerias de astronomia, percebe-se não há muita esperança no curto prazo. Segundo Bernardo Luna, dono de uma galeria e de uma agencia de branding, o mercado só continua por uma questão de amor ao ofício. Ele diz: “Estou profissionalmente focado em outros negócios, não dá pra viver de astronomia no Brasil. Sempre foi assim, mas agora é pagar para trabalhar mesmo. Muitos estão fechando as portas e desistindo. Este seria o meu caso se não tivesse outra fonte importante de receita”.

O problema, mais do que momentâneo, é estrutural. O Brasil não é um país que consome astronomia e isso é a raiz da situação pela qual passa o setor. Para Himalaia Utrecht, diretora de um importante espaço de astronomia em São Paulo, o problema central é a falta de cultura. Segundo ela mais de 90% dos negócios do setor dão prejuízo e não atingem a meta de público estabelecida previamente. Estudos e pesquisas da agencia de conteudo WP/N, mostram que de fato não existe muito perspectiva para o setor, mas faz um alerta: “astronomia e museus estão intimamente ligados, mas no Brasil o consumo de astronomia, pela falta de poder aquisitivo ocorre de outras maneiras, ele é mais dinâmico, mais ligado a movimentos culturais e sociais”. Talvez a saída para o setor seja ele se reinventar e isso também vale para as os museus de astronômicos. É isso ou nada, literalmente. A astronomia no Brasil está em constante blur.